História do jornal
Jornal Cultural Agralha: a arte que venceu o isolamento
Um projeto nascido durante a pandemia para fazer a cultura seguir em frente, mesmo quando os encontros presenciais pareciam impossíveis.
10+ edições
Uma trajetória dedicada exclusivamente à cultura.
10 mil+ exemplares
Distribuição gratuita aproximando artistas e leitores.
Brasil, Portugal e EUA
A cultura atravessando cidades, estados e fronteiras.
O Jornal Cultural Agralha nasceu em um dos períodos mais difíceis da história recente da humanidade: a pandemia da Covid-19. Diante do isolamento social, do fechamento dos espaços culturais e da impossibilidade de realizar eventos presenciais, surgiu uma pergunta que parecia inevitável: como continuar fazendo arte quando os artistas não podiam sequer sair de casa?
Além da tragédia causada pela doença e pelas milhares de vidas perdidas, o confinamento deixou marcas profundas na sociedade. Crianças, adolescentes e adultos enfrentaram consequências emocionais e psicológicas que ainda hoje são sentidas. Ao mesmo tempo, a internet passou a ser ocupada por lives, apresentações musicais, espetáculos e inúmeras manifestações artísticas que buscavam manter viva a esperança.
Foi nesse contexto que nasceu o Jornal Cultural Agralha.
A proposta era simples e, ao mesmo tempo, ousada: permitir que a arte continuasse caminhando livremente pelas ruas, mesmo quando os artistas precisavam permanecer em casa. O jornal tornou-se uma ponte entre criadores e público, fazendo com que a produção cultural continuasse chegando às pessoas de forma gratuita, democrática e acessível.
Desde sua primeira edição, o Jornal Cultural Agralha abriu espaço para todas as manifestações artísticas. Literatura, música, teatro, dança, circo, fotografia, ilustração, cinema, artes visuais, entrevistas, documentários e tantas outras expressões passaram a dividir as páginas de uma publicação dedicada exclusivamente à cultura.
Hoje, o Agralha é o único jornal cultural da região Norte Pioneira do Paraná voltado integralmente à divulgação da arte e dos artistas. Seu compromisso sempre foi o mesmo: oferecer um espaço livre, sem custos para quem publica e sem qualquer tipo de restrição de idade, experiência ou linguagem artística. Qualquer artista pode participar. A única exigência é acreditar na força da cultura.
Mais do que um jornal, o Agralha tornou-se um movimento de valorização artística. Cada edição leva aos leitores uma diversidade de expressões culturais, aproximando pessoas da arte de maneira simples e gratuita.
Ao longo de sua trajetória, o projeto já ultrapassou dez edições, distribuiu mais de dez mil exemplares e rompeu fronteiras. Além de circular por diversas cidades brasileiras, o jornal chegou também a países como Portugal e Estados Unidos, reunindo artistas de diferentes estados do Brasil e demonstrando que a cultura não conhece limites geográficos.
O Jornal Cultural Agralha nasceu em um momento de crise, mas escolheu responder com criatividade, sensibilidade e resistência. Sua história mostra que, mesmo diante do isolamento, a arte nunca deixou de encontrar caminhos para alcançar as pessoas. Afinal, quando tudo parecia parar, a cultura continuou seguindo em frente.
